A Rússia era um destino há muito desejado e decidimos conjugá-lo com os Países Bálticos pela ascendência lituana do meu marido. A não necessidade do visto assim como uma maior quantidade de relatos sobre esses países nos encorajaram. Dentre esses relatos há o daqueles que fizeram uma viagem independente (para quem tiver interesse acesse o site http://www.arquivodeviagens.com/russia-idealizando-a-viagem/), li mas não me animei e decidimos por um pacote adaptado só para nós. Escolhemos a Tchayka, indicada por amigos e que recomendamos também. Um roteiro exclusivo mais o alto preço dos hotéis mais o alto custo de vida desses países tornaram esta viagem cara.
Na foto abaixo a placa de entrada de Moscou em alfabeto cirílico e seu santo padroeiro, São Jorge.
“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”
Amyr Klink
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quarta-feira, 12 de junho de 2013
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