“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”
Amyr Klink

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Suiça - Milão Paris 2008

Bellinzona: esta cidade  fica em Ticino considerado o cantão italiano da Suíça e se destaca pelas três fortificações medievais e por um centro que apresenta ricas casas de antigos mercadores e  antigas placas de estalagens.







Como ainda era cedo resolvemos seguir em frente até a cidade de Chur há 115 km de Bellinzona. Chur existe há mais de 2000 anos e possui um centro histórico formado por um labirinto de ruas de pedra mas quando lá chegamos  encontramos muitas pessoas nas ruas e quando paramos em um hotel este estava lotado, perguntamos em mais um e também lotado, fomos então até a entrada da cidade onde havia um Ibis e um dos recepcionistas que era português nos informou que não havia vagas na cidade pois haveria uma grande festa naquela noite. Nos recomendou ir até a cidade de Bad Ragaz, há 21 km, cidade famosa pela qualidade de suas águas e que possui vários hotéis e resorts termais mas quando lá chegamos encontramos vagas nos hotéis porém há preços exorbitantes. Até Innsbruck seriam mais 192 km, cerca de 2 a 3 horas de viagem, preferimos não viajar a noite mas seguimos em frente.
Chegamos em Liechtenstein e vimos uma Pizzaria, paramos para jantar antes de seguir viagem. A garota que nos atendeu, nascida no principado, namorava um italiano e conversou conosco em italiano, de repente veio o responsável pela cozinha, um português, conversa vai conversa vem nos disseram que além de restaurante ali também havia quartos, sem banheiros privativos mas não havia outros hóspedes. Dessa forma acabamos por dormir em Liechtenstein, salvos pelo acaso....
No dia seguinte antes de seguir viagem exploramos a região ao redor do albergue, que incrível surpresa...lugar lindo, e nem sabemos ao certo aonde estávamos, mas adoramos.























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